
Masae Sakurai,de 49 anos,foi presa — Foto: Reprodução/tv-asahi
GERADO EM: 10/07/2026 - 10:35
O Irineu é a iniciativa do GLOBO para oferecer aplicações de inteligência artificial aos leitores. Toda a produção de conteúdo com o uso do Irineu é supervisionada por jornalistas.
CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO
Uma mulher de 49 anos foi presa na cidade de Koga,no Japão,suspeita de costurar os lábios de sua colega de quarto com agulha e linha durante uma agressão,segundo a polícia local. A vítima,conseguiu escapar da residência um dia depois do ataque e pediu ajuda em uma loja da região,onde entregou um bilhete com os dizeres: "Por favor,me ajude" e "Chame a polícia",informou a emissora pública NHK.
Usando uma máscara,a mulher escondia vários pontos que uniam a base do nariz ao lábio inferior. De acordo com as autoridades,o fio passava pela parte interna da boca,dificultando a visualização da lesão. Um funcionário do estabelecimento acionou a polícia por volta das 13h30 do dia 30 de junho.
Em depoimento,a vítima afirmou que a colega de quarto "ficou furiosa por causa de uma discussão" antes de costurar seus lábios. Segundo a polícia,as duas moravam juntas desde abril do ano passado. A mulher também relatou que vivia com medo da suspeita e que só conseguiu fugir quando ela saiu de casa. O caso segue sob investigação,incluindo a natureza da relação entre as duas.
Moradores da vizinhança disseram à TV Asahi que a residência registrava movimentação incomum desde a chegada de Masae Sakurai. Uma vizinha afirmou ter visto,durante várias noites,uma mulher agachada do lado de fora do imóvel até o amanhecer.
— Da noite até o amanhecer,havia uma mulher agachada ali sozinha. Eu a vi por vários dias — relatou.
Outros vizinhos disseram que diversas pessoas entravam e saíam da casa com frequência e que não conheciam os moradores.
— Parecia haver bastante gente lá. Provavelmente havia sete ou oito pessoas. Não temos qualquer relação de vizinhança. Ninguém sabe que tipo de trabalho eles fazem — afirmou um morador à TV Asahi.
Uma colega de trabalho de Sakurai declarou que a suspeita costumava acolher jovens que não tinham para onde ir após entrarem em conflito com os pais. A polícia também apura relatos,ainda não confirmados,de que outras pessoas estariam vivendo na residência.
