Pentágono diz que retirada de minas do Estreito de Ormuz pode levar até seis meses — Foto: Bloomberg

Pentágono diz que retirada de minas do Estreito de Ormuz pode levar até seis meses — Foto: Bloomberg
GERADO EM: 23/04/2026 - 05:33
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A remoção das minas no Estreito de Ormuz pode levar até seis meses,o que impactaria os preços globais dos hidrocarbonetos,afirmou o Pentágono durante uma apresentação confidencial ao Congresso dos Estados Unidos,informou o The Washington Post nesta quarta-feira. Essa hidrovia,crucial para o transporte de petróleo bruto,está praticamente fechada desde o início da guerra em 28 de fevereiro,desencadeada por ataques aéreos dos EUA e de Israel contra o Irã.
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The Washington Post cita três autoridades anônimas que afirmam que "parlamentares foram informados de que o Irã pode ter colocado 20 ou mais minas dentro e ao redor do Estreito de Ormuz". De acordo com uma apresentação de um oficial da Defesa,"algumas foram colocadas na água remotamente,usando tecnologia GPS",o que dificulta sua detecção. Outras teriam sido lançadas usando "pequenas embarcações".
Um porta-voz do Pentágono,no entanto,considerou as informações do jornal americano "imprecisas". Em todo caso,há poucas informações confiáveis sobre a desminagem do estreito,por onde,antes da guerra,passavam 20% dos hidrocarbonetos do mundo.


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Navio comercial visto da costa de Dubai em meio ao fechamento do Estreito de Ormuz — Foto: AFP


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Estreito de Ormuz é uma região entre Irã e Omã — Foto: Reprodução/Nasa
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Navios na costa de Dubai em meio à crise no Estreito de Ormuz — Foto: AFP

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Imagem de satélite mostra a localização do Estreito de Ormuz — Foto: Divulgação/Nasa via AFP
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Navio é visto perto da costa de Ras al-Khaimah,nos Emirados Árabes Unidos,a caminho do Estreito de Ormuz — Foto: AFP

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Navio da Guarda Revolucionária em exercício no Estreito de Ormuz — Foto: SEPAH NEWS / AFP
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Lancha se aproxima de navio no Estreito de Ormuz — Foto: Giuseppe CACACE / AFP

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Lancha trafega pelo Estreito de Ormuz perto da costa dos Emirados Árabes Unidos — Foto: FADEL SENNA / AFP
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Cargueiro tailandês foi atacado perto do Estreito de Ormuz,no último dia 11 — Foto: AFP

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Navios petroleiros na região do Estreito de Ormuz — Foto: Giuseppe Cacace/AFP
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Petroleiros seguem fundeados no Terminal de Carga de Khor Fakkan,no Estrei no Ormuz — Foto: AFP

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Navio da Marinha iraniana participa de exercícios navais na região do Estreito de Ormuz — Foto: EBRAHIM NOROOZI /JAMEJAMONLINE/ AFP PHOTO
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Passagem crucial para o comércio mundial é tema central na guerra entre países
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A Guarda Revolucionária,o exército ideológico do Irã,alertou em meados de abril sobre uma "zona de perigo" de 1.400 km² onde poderiam estar presentes minas. Na semana passada,o presidente dos EUA,Donald Trump,afirmou que Teerã,"com a ajuda dos Estados Unidos,removeu ou está removendo todas as suas minas marítimas". Mas a República Islâmica não confirmou essa informação.
Diversos países "não beligerantes" declararam-se dispostos a realizar uma "missão neutra" para garantir a segurança no Estreito de Ormuz. Segundo Teerã,os navios precisam de autorização para entrar ou sair do Golfo por essa rota,enquanto os Estados Unidos mantêm um bloqueio aos portos iranianos desde 13 de abril.
