Obra de Yoshitaka Amano exposta no Centro Cultural Banco do Brasil — Foto: Guito Moreto/Agência O Globo

Obra de Yoshitaka Amano exposta no Centro Cultural Banco do Brasil — Foto: Guito Moreto/Agência O Globo
GERADO EM: 22/04/2026 - 15:39
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A individual do japonês Yoshitaka Amano,criador do visual do jogo "Final Fantasy",que abriu quarta (22) no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB),e as últimas semanas da mostra itinerante da Bienal de São Paulo no Museu de Arte do Rio (MAR) estão entre os destaques da semana nos museus e centros culturais cariocas. Abaixo,confira um guia com as principais exposições em cartaz no Rio. Atenção: com o feriado de São Jorge,o horário de funcionamento das instituições pode sofrer alterações.
Projeção em igreja: Experiência imersiva inspirada no livro bíblico 'Gênesis' chega ao Rio em maio'Constelações': Paço Imperial comemora 40 anos com 160 obras de exposições emblemáticas no espaço


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Vista da exposição de Yoshitaka Amano no CCBB — Foto: Guito Moreto/Agência O Globo


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Obra de Gustavo Caboco exposta no Museu do Pontal — Foto: Julia Thompson
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Vista da mostra "Casa fluminense",na Casa Brasil,que reúne 60 artistas do estado — Foto: Divulgação/Filipe Aguiar

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Obra de Graça Craidy inspirada na obra "Grande Sertão: Veredas",de Guimarães Rosa,na ABL — Foto: Divulgação
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“Ocupação Grande Othelo”,em cartaz no novo Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte — Foto: Divulgação/Acervo Funarte

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Obra de No Martins exposta no MAR — Foto: Divulgação
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Registro das obras de Myrlande Constant na 36ª Bienal de São Paulo — Foto: Natt Fejfar/Fundação Bienal de São Paulo

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Série "Fase visceral",de Anna Bella Geiger,no Museu Histórico da Cidade — Foto: Divulgação/Eduardo Ortega
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Obra de Walda Marques feita em Havana,Cuba,em 2008,está no CCBB — Foto: Divulgação/Walda Marques

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Peças do vestuário da colecionada Eva Klabin,exibidas na Casa Museu Eva Klabin — Foto: Divulgação/Acervo Casa Museu Eva Klabin
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Escultura inédita de Anna Bella Geiger,“Typus terra incognita” — Foto: Jaime Acioli/Divulgação

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Rotunda do CCBB ganha intervenção temática da Turma da Mônica durante exposição sobre Mauricio de Sousa — Foto: Divulgação/Jen Moura
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Obra de Carlos Pertuis exposta no Museu de Imagens do Insconsciente — Foto: Acervo MII/Fotografia de Mauro Domingues

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Esqueleto de orca cedido pelo Museu Nacional ao Museu do Amanhã para a exposição Oceano — Foto: Guito Moreto
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Obra de Arjan Martins exposta no MAM — Foto: Divulgação/Jaime Acioli

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Obra de Marcela Cantuária exposta no Solar — Foto: Divulgação/Vicente de Mello
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Neta Nilcemar grava Cartola compondo — Foto: Acervo pessoal/Museu do Samba

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Estabelecimento da casa Notre Dame de Paris no Rio de Janeiro — Foto: Divulgação
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Fotografia do canjerê dos Pretos Velhos na Jurema Sagrada de Pernambuco no Museu do Folclore — Foto: Wenny Mirielle Batista Misael (Uenni)

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Carmen Portinho no MAM Rio em 1961 — Foto: Agência O Globo
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Fotografia da exposição "Breu",no Museu Nacional de Belas Artes — Foto: Divulgação/Vicente de Mello

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Acessório usado por Carmen Miranda no filme 'Copacabana' (1947) — Foto: Divulgação
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Obra de Lafaete Rocha em 'Mata viva',do Crab — Foto: Divulgação/Cadu Piloto

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Obra "Jogo 2",da Série Capoeira em Paleta Alta,de Márcia Falcão,é parte da mostra "Nossa vida bantu",do MAR — Foto: Divulgação/Rafael Salim
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Museus e centros culturais da cidade têm programação extensa
Entrada livre: saiba quais os dias gratuitos dos museus do Rio de Janeiro
As instituições desta seção funcionarão normalmente no feriado de 23 de abril,e emenda.
Casa Brasil. Rua Visconde de Itaboraí 78,Centro. Ter a dom,das 10h às 17h. Grátis.
Estão em cartaz a coletiva “Casa fluminense”,com 97 obras de 60 artistas de diferentes regiões do estado que passeiam por temas como diversidade,turismo,identidade e tradições; e a individual “Cada cabeça é um mundo”,em que a fotógrafa Melissa Oliveira explora o universo das barbearias em comunidades cariocas. Até 8 de julho.

Vista da mostra "Casa fluminense",que reúne 60 artistas do estado — Foto: Divulgação/Filipe Aguiar
CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março 66,Centro. Qua a seg,das 9h às 20h. Grátis.
Abriu ontem (22) a exposição “Yoshitaka Amano – Além da fantasia”,que apresenta 218 obras,entre pinturas,ilustrações e croquis,além de projeções imersivas em 360º,do japonês criador da identidade visual do jogo “Final Fantasy”. Até 22 de junho. 'Do sal ao digital: o dinheiro na coleção Banco do Brasil'. Com alguns itens históricos,como a peça da coroação de D. Pedro I,que nunca foi posta em circulação,a mostra permanente do espaço conta a origem do dinheiro no país e no mundo. Atividades interativas,obras de arte e mais de 800 moedas e cédulas estão em exibição. Exposição permanente.

Obra exposta na mostra "Yoshitaka Amano – Além da fantasia",que celebra o artista japonês — Foto: Divulgação
Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí 20,Centro. Ter a sáb,das 12h às 19h. Grátis.
Acabam sábado (25) as individuais “Entre(linhas)”,em que o taiwanês Aiyon Chung mistura arte têxtil,pintura e desenho para explorar elementos a natureza e o espaço urbano; e “Selvagens”,com obras de Rosângela Gayu que refletem sobre natureza,identidade e preservação.Seguem em cartaz: “Tramas”,com obras de Patrícia Secco que evocam a fauna e a flora brasileiras e o mito de Atlântida; “Morfeu: pesadelos e despertares”, com obras do peruano Ciro Palomino que relacionam guerra e autodestruição; e “À beira-mar,somos muitos”,com pinturas de Manu Gomez inspiradas pela cultura da pesca de Arraial do Cabo (RJ). Até 9 de maio.E também: “O tempo de ontem já é amanhã”,com pinturas de Agostinho Moura; “A força da raiz”,em que Paulo du’Sanctus revisita a História do Brasil a partir do olhar negro e indígena; “(Forjar) um céu para os meus ancestrais”,de Matheus Mestiço; e a coletiva “A ética e a estética na era da imagem”,com obras que versam sobre a cultura de massa. Até 2 de maio.
MAR - Museu de Arte do Rio. Praça Mauá 5,Centro. Qui a ter,das 11h às 18h (última entrada às 17h). R$ 20. Grátis às terças.
'Sortilégios de desvio'. A paulistana No Martins apresenta obras que articulam cenas do cotidiano com espiritualidade e relações afetivas da negritude brasileira. 'Entrar na grande noite'. A mostra gratuita na biblioteca apresenta serigrafias e pinturas de Guilhermina Augusti que dialogam com a tradição estética afro-brasileira. Até julho. Na mostra itinerante da 36ª Bienal de São Paulo – “Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática”,obras de 19 artistas tratam da escuta ativa da humanidade em constante deslocamento,encontro e negociação. Até 3 de maio. 'Nossa vida bantu'. Com cerca de 50 obras,a mostra reflete sobre as raízes dos povos da África Central presentes na identidade nacional. Até 31 de maio.

Obra de No Martins exposta no MAR — Foto: Divulgação
Museu do Amanhã. Praça Mauá 1,das 10h às 18h. R$ 40. Todo dia 10,entrada a R$ 10.
'Oceano: o mundo é um arquipélago'. A mostra traz ambientes que simulam o fundo do mar e um esqueleto de orca de 7m. Até 19 de maio. 'Do cosmos a nós'. A exposição permanente aborda o impacto do homem no planeta. Nesta semana,a seção anteriormente conhecida como "Antropoceno" passou a se chamar "Onde Estamos?",trazendo um novo vídeo-instalação e uma experiência imersiva sobre o tempo presente.
Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Mirante da Boa Viagem s/nº,Boa Viagem,Niterói. Ter a dom,das 10h às 18h. R$ 20.
Inspirada no ensaio “Um teto todo seu”,de Virginia Woolf,a mostra “Um teto” reúne obras de oito artistas que articulam trabalho doméstico,cuidado e criação artística. Até 7 de junho.

Obra de Elisa Arruda na mostra "Um teto",em cartaz no MAC Niterói — Foto: Divulgação
Museu de Arte Moderna (MAM). Av. Infante Dom Henrique 85,Aterro. Qua a dom,das 10h às 18h. Grátis,com contribuição voluntária (sugestão de R$ 20 para adultos; R$ 10 para crianças e idosos).
'Rubem Valentim: a ordem do sensível'. Com 180 obras,a mostra acompanha a evolução da linguagem visual do artista,baseada em símbolos das religiões afro-brasileiras,a partir das cidades em que viveu. Até 2 de agosto. '100 anos de arte: Gilberto Chateaubriand'. Segunda mostra organizada pelo centro cultural em homenagem ao centenário do colecionador. A partir de cinco núcleos,a exposição traça uma história do último século da arte brasileira,com obras de nomes como Cícero Dias,Iole de Freitas e Tunga. Até maio.'Carmen Portinho: modernidade em construção'. A retrospectiva apresenta mais de 300 itens que revelam ideias e processos de trabalho da engenheira,urbanista e militante feminista. Até 31 de maio.

Serigrafia do Alfabeto Kitônico,sistema visual criado por Rubem Valentim — Foto: Divulgação/Jaime Acioli
Museu do Pontal. Av. Celia Ribeiro da Silva Mendes 3.300,Barra. Qui a dom,com contribuição voluntária.
'Roraimarte III'. Gustavo Caboco apresenta obras que exploram a inusitada conexão entre Monte Roraima e Marte. Até agosto.'Festas,sambas e outros carnavais' . A exposição reúne esculturas,fotos e pinturas de mais de 60 artistas de dez estados que abordam festejos populares como maracatu,folia de reis,reisado,jongo,boi-bumbá e carimbó. Até novembro. ''Sérgio Vidal: nas batucadas da vida'' . O artista plástico de 80 anos ganha,pela primeira vez,uma retrospectiva de sua obra — muito influenciada por Heitor dos Prazeres. As mais de 30 pinturas retratam de igrejas evangélicas de sua infância à vida boêmia no Rio. Até julho.'José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau'. A exposição reúne nove obras de madeira,algumas com mais de três metros de altura,criadas pelo pernambucano e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra,Dário Bezerra e Luiz Benício.‘Novos ares - Museu do Pontal reinventado’. A mostra presta homenagem à proposta do idealizador e fundador do museu,Jacques Van de Beuque (1922-2000) para o espaço. Longa duração.

Obra de Gustavo Caboco exposta no Museu do Pontal — Foto: Julia Thompson
Museu Histórico da Cidade. Parque da Cidade,Gávea. Ter a dom,das 9h às 16h. Grátis.
O espaço recebe três mostras: a coletiva “Espaçotempo”,inspirada em poema de Paulo Leminski,com obras de 32 artistas; “Avesso”,com obras de Anna Bella Geiger e de Raquel Saliba que partem do corpo feminino para refletir sobre apagamento,violência e resistência; e “Bashar: nós humanos”,individual de Raquel Saliba. Até 3 de maio.

Série "Fase visceral",no Museu Histórico da Cidade — Foto: Divulgação/Eduardo Ortega
Museu Nacional de Belas Artes. Av. Rio Branco 199,Centro. Seg a sex,das 13h às 17h,com última entrada às 16h30. Segundo sábado do mês,das 11h às 15h. Fechado dia 23 de abril. Grátis.
Na Sala Bernardelli,está a exposição “Histórias que a arte conta”,com dez obras dos séculos XIX e XX,de nomes como Pedro Américo,José Maria de Medeiros e Chaves Pinheiro,além de “Antínoo”,peça arqueológica datada dos séculos II–III d.C. Até 10 de julho. Na Galeria de Moldagens,a exposição “Breu”,de Vicente de Mello,reúne fotografias das esculturas da sala cobertas por um tecido protetor durante as obras. Até 15 de maio.
Paço Imperial. Praça Quinze de Novembro 48,das 12h às 18h. Grátis.
'Constelações — 40 anos do Paço Imperial'. A mostra comemorativa reúne cerca de 160 obras de mais de cem artistas que marcaram a História do centro cultural e da arte brasileira. Até 7 de junho. 'Toró'. A mineira Niura Bellavinha celebra 35 anos de carreira com pinturas,esculturas e instalações que trabalham temas como transbordamento e transformação,e questionam o passado colonial do país. Até 7 de junho. 'O que sustenta'. O pernambucano Marcelo Silveira apresenta uma uma instalação sensorial feita com varadas de madeira,novelos de linho e um vinil,que toca a afirmação "Tudo certo". Até 7 de junho.

Jardim de Burle Marx que ficará exposto no Paço Imperial — Foto: Divulgação
Academia Brasileira de Letras. Av. Presidente Wilson 203,Centro. Seg a qui,das 11h às 17h30. Grátis.
'Grande sertão'. A mostra comemora os 70 anos de lançamento do clássico de Guimarães Rosa com pinturas de Graça Craidy que retratam os personagens da obra. Até 28 de maio.Segue em cartaz “Entre África e Brasil: o acervo de Alberto da Costa e Silva”,que exibe imagens de viagens,livros e obras colecionadas pelo acadêmico,o maior africanista brasileiro.
Biblioteca Nacional. Av. Rio Branco 219,das 10h às 17h. Fechada dia 23; Grátis.
A mostra "França-Brasil: 200 anos de relações políticas e poéticas" reúne cerca de 130 itens de acervos da FBN e de instituições francesas que investigam a relação entre os países para além do aspecto político e diplomático. Até 30 de abril.
Biblioteca Parque. Av. Presidente Vargas 1261,Centro. Seg a sex (exceto feriados),das 10h às 17h. Grátis.
Abriu quarta (22) a mostra “Automata”,que apresenta 30 obras interativas em arte têxtil feitas pela indígena Aline Bagre e Anthony Brito,que refletem sobre ancestralidade dos povos originários. Até 29 de maio.
Casa de Cultura Laura Alvim. Av. Vieira Souto 176,Ipanema. Ter a dom,das 13h às 19h. Grátis.
Em “Matéria e luz”,o artista veterano Marcos Duprat,de 81 anos,apresenta 30 pinturas a óleo que usam a velatura,técnica que mistura diversas capas de tintas na construção pictórica,para explorar a relação entre matéria e luz. O texto de apresentação é de Antônio Cícero Lima. Até 3 de maio.
Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte. Praça da República 26,das 10h às 16h.
Marcando as comemorações pelos 50 anos da Funarte,o novo espaço,que ocupa a antiga Casa da Moeda,inaugura com a exposição “Ocupação Grande Othelo”,que celebra vida e obra do artista (1915-1933),a partir de 160 itens. Até 30 de setembro.

“Ocupação Grande Othelo”,em cartaz no novo Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte — Foto: Divulgação/Acervo Funarte
Casa Museu Eva Klabin. Av. Epitácio Pessoa 2480,Lagoa. Qua a dom,das 14h às 18h. Grátis.
A mostra “Beleza habitada: Eva Klabin,moda e memórias” apresenta,peças de alta-costura,documentos,fotografias e pinturas do acervo pessoal da colecionadora,que dialogam com obras de arte da coleção permanente da casa. Até 24 de maio.

Peças do vestuário da colecionada Eva Klabin,exibidas na Casa Museu Eva Klabin — Foto: Divulgação/Acervo Casa Museu Eva Klabin
Centro Cultural Arte Sesc. Rua Marquês de Abrantes 99,Flamengo. Seg a sáb,das 12h às 19h. Fechado de 20 a 23 de abril. Grátis.
Em "Cerâmica: argila como matéria-prima",34 obras de 13 artistas apresenta um panorama da cerâmica brasileira. Dentre os destaques,trabalhos de Antônio Poteiro e de Ana das Carrancas. Até 31 de maio.
Centro Cultural João Nogueira (Imperator). Rua Dias da Cruz 170,Méier. Diariamente,das 13h às 22h. Grátis.
Em “Carmen,Embaixatriz do Samba”,está uma reprodução inédita em 3D da máscara mortuária da Pequena Notável,além de itens como fotografias,recriações de figurinos icônicos,discos e partituras. Longa duração.
Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Sala do Artista Popular. Rua do Catete 179. Ter a sex,das 10h às 18h. Sáb,dom e feriados,das 13h às 17h. Grátis.
Seguem em cartaz as obras vencedoras do Prêmio Mário de Andrade de Fotografias Etnográficas,que celebra registros da cultura popular brasileira. Longa duração.
Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (Crab). Praça Tiradentes 69/71,das 10h às 17h. Grátis.
'Mata viva'. A mostra imersiva promove um mergulho sensorial pela natureza e pelo artesanato do Brasil,a partir de 259 obras criadas com materiais dos biomas nacionais. Até julho.
Futuros — Arte e Tecnologia. Rua Dois de Dezembro 63,Flamengo. Qua a dom,das 11h às 20h. Grátis.
Fica até domingo (26) a imersiva “Mudamos o clima,agora o clima muda tudo”,estão mais de 150 m² de instalações sensoriais,vídeos,esculturas e experiências em realidade virtual que tratam dos impactos da crise climática nos oceanos e nos ecossistemas terrestres. Musehum. Localizado dentro do centro cultural,o espaço abriga exposição permanente com primeiros aparelhos telefônicos residenciais,de mesa ou parede,orelhões,entre as dezenas de tipos de telefones de diferentes épocas. No total,são mais de 130 mil itens da história das telecomunicações,entre fotos,listas telefônicas e equipamentos.
Instituto Antônio Carlos Jobim. Rua Jardim Botânico 1.008. Qui a ter,das 9h às 17h. Grátis.
'Tom Jobim: discos solo'. A mostra permanente do espaço,dentro do Jardim Botânico,faz uma imersão nos 12 álbuns do compositor carioca. Por meio de documentos,fotos,gravações,partituras e objetos pessoais,o curador Aluísio Didier conta curiosidades e fatos raros da carreira do maestro,um dos criadores da bossa nova.
Memorial às Vítimas do Holocausto. Temporariamente fechado.
Museu Bispo do Rosário. Estrada Rodrigues Caldas 3400,Taquara. Ter a sáb,das 9h às 17h. Grátis.
A partir do livro “O sertão carioca”,de Armando Magalhães Corrêa,a exposição “Regresso ao sertão” reúne 200 peças — 60 delas de Bispo do Rosário — que propõem uma releitura crítica e artística da Zona Oeste do Rio. Até junho.'Casa Própria'. Esculturas,instalações e pinturas de Ana Hortides propõem uma reflexão simbólica,política e afetiva sobre a casa. Até 9 de maio.
Museu Carmen Miranda. Av. Rui Barbosa (em frente ao número 560). Ter a sex,das 11h às 17h. Sáb,das 12h às 17h. Grátis.
Celebrando dois anos de reabertura,o espaço relembra a atriz e cantora (1909-1955) em seus 70 anos de morte com a mostra “Carmen: luz e ação”,que passeia por sua vida e carreira. Dentre os destaques do acervo,está o conjunto canutilho utilizado no filme Copacabana (1947). Exposição de longa duração.
Museu de Imagens do Inconsciente. Rua Ramiro Magalhães 521,Engenho de Dentro. Ter a sáb,das 10h às 16h. Grátis.
A mostra “Riquezas do mundo interno – Coleções e leituras” apresenta mais de 60 obras do acervo da casa e de outros três museus,agrupadas por aproximações poéticas. Longa duração.
Museu do Jardim Botânico. Rua Jardim Botânico 1.008 . Qui a ter,das 10h às 17h (última entrada às 16h). Grátis.
'Mata Atlântica: in-finitos encantos'. Em uma mistura de ciência e arte,e com narração da atriz Dira Paes,a mostra propõe uma imersão sensorial no bioma por meio de imagens,sons,imagens,materiais biológicos e mapas. Exposição de longa duração. O passeio pelos mais de dois séculos de história do arboreto fundado em 1808 traz obras como a "Sumaúma: Copa,Casa,Cosmos",de Estevão Ciavatta,com narração de Regina Casé,que promove uma imersão virtual na árvore amazônica presente na coleção viva do JBRJ,além da instalação "Utopia Botânica",da artista Fernanda Froes.
Museu do Samba. Rua Visconde de Niterói 1.296,Mangueira. Ter a sáb,das 10h às 17h. Fechado dias 21 e 23 de abril e 1º de maio. R$ 20.
'Alvoradas de Cartola'. A mostra que reúne,sob curadoria de Nilcemar Nogueira,neta do artista,mais de cem itens,dentre eles duas poesias inéditas — uma delas interpretada em áudio por Fernanda Montenegro —,depoimentos inéditos de Walter Firmo e outros amigos ilustres,e o manuscrito de “As rosas não falam”. 'Arte delas,heranças ancestrais'. Coletiva com obras de 32 mulheres pretas que participaram de residência artística.

Neta Nilcemar grava Cartola compondo — Foto: Acervo pessoal/Museu do Samba
Solar. Rua do Senado 48. Qua a sáb,das 10h às 18h. Grátis.
'Irradiar: para construir instituições da gente'. A mostra comemorativa de dez anos do centro cultural reúne 40 obras — de nomes como Ailton Krenak,Vik Muniz,Marcela Cantuária e Anna Bella Geiger — que propõem uma discussão sobre a função da arte. Até 17 de maio.

Obra de Marcela Cantuária exposta no Solar — Foto: Divulgação/Vicente de Mello
Galeria de Arte IBEU. Rua Maria Angélica 168,Jardim Botânico. Seg a qui,das 13h às 19h. Sex,das 12h às 18h. Fechado dias 21 e 23 de abril e 1º de maio. Grátis.
Na 49ª edição da coletiva “Novíssimos”,13 novos talentos brasileiros ou radicados no Brasil apresentam obras em diferentes suportes. Até 8 de maio.
Parque Bondinho. Morro da Urca. Diariamente,das 8h às 22h (embarque até 20h30). A partir de R$ 85 (para moradores do Rio).
O espaço recebe a grande escultura inédita de Anna Bella Geiger,“Typus terra incognita”. A obra faz parte do Projeto Maravilha e relaciona pesquisas sobre cartografia e geopolítica,a que a artista se dedica desde os anos 1970,ao debate climático atual.

Escultura inédita de Anna Bella Geiger,“Typus terra incognita” — Foto: Jaime Acioli/Divulgação
Sesc Tijuca. Rua Barão de Mesquita 539. Ter a dom,das 10h às 20h. Grátis.
Está em cartaz a mostra “Tecendo histórias — Arte têxtil latino-americana”,com obras de 11 artistas e dois coletivos de Argentina,Brasil,Guatemala e Peru que usam técnicas ancestrais para dialogar com questões estéticas e políticas contemporâneas. Até 14 de junho.
Sesc Madureira. Rua Ewbanck da Câmara 90,Madureira. Ter a dom,das 10h às 20h. Grátis.
Após temporada no Sesc Tijuca,a mostra “Peréio — Semana que vem eu me organizo” apresenta desenhos,cartas,poesias do ator Paulo César Peréio (1940-2024). Até 15 de junho.
Sesc Ramos. Rua Teixeira Franco,38. Ter a dom,das 10h às 17h. Grátis.
'Sustentar o efêmero'. Artistas do coletivo feminino Rosa Choque articulam memória,matéria e tempo em esculturas,pinturas,fotografias,instalações e assemblages. Até 21 de junho.
