Japão afirma que a China realizou exercício de tiro real em sua Zona Econômica Exclusiva

Notícias do hotel Jul 21, 2026 IDOPRESS

Fotos divulgadas pelo Ministério da Defesa do Japão mostram,um contratorpedeiro de mísseis guiados chinês (à esquerda) e uma fragata russa realizando exercícios de tiro real na Zona Econômica Exclusiva do Japão — Foto: AFP

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GERADO EM: 21/07/2026 - 01:17

Destróier chinês realiza exercício de tiro na zona econômica do Japão

O Japão informou que um destróier chinês realizou um exercício de tiro real em sua Zona Econômica Exclusiva,marcando a primeira vez que Pequim realiza tal treinamento dentro dessa área. O destróier,da classe Luyang III,foi observado a 180 km da Ilha Okinotori,durante manobras com a Rússia. A ação intensifica as tensões entre Japão e China,já elevadas por disputas territoriais e declarações políticas.

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Um navio da Marinha chinesa realizou um exercício de tiro real durante manobras conjuntas com a Rússia dentro da Zona Econômica Exclusiva do Japão,informou Tóquio nesta terça-feira. O incidente,ocorrido no domingo,marcou a primeira vez que o Ministério da Defesa do Japão detectou treinamento com munição real realizado por Pequim dentro de sua zona marítima,de acordo com a mídia japonesa.

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As relações entre os dois países asiáticos se deterioraram desde que a primeira-ministra japonesa,Sanae Takaichi,irritou Pequim em novembro,quando sugeriu que Tóquio poderia intervir caso o gigante asiático lançasse um ataque contra Taiwan,a ilha democraticamente eleita que a China reivindica como sua.

O destróier chinês de mísseis guiados da classe Luyang III em questão foi observado realizando o exercício a 180 quilômetros a sudoeste da Ilha Okinotori,o território mais meridional do Japão. A ação ocorreu após um avistamento inicial,por volta das 2h da manhã (horário local) daquele mesmo dia,de uma frota de quatro navios — três navios chineses e uma fragata da Marinha Russa — a 330 km a sudoeste da ilha,enquanto navegavam em direção ao nordeste.

FOTOS: EUA recuperam peças de sensor do balão chinês derrubado por militares

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Equipe da Marinha americana recuperou novas peças do suposto balão de vigilância chinês — Foto: Ryan Seelbach / US NAVY / AFP

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Equipe da Marinha americana recuperou novas peças do suposto balão de vigilância chinês — Foto: Ryan Seelbach/US NAVY/AFP

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Equipe da Marinha americana recuperou novas peças do suposto balão de vigilância chinês — Foto: Ryan Seelbach/US NAVY/AFP

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Marinheiros recuperam o balão de vigilância chinês abatido pelos EUA na costa da Carolina do Sul — Foto: Tyler Thompson/Marinha dos EUA/The New York Times

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Balsa leva peças recuperadas de balão chinês para agentes federais na Base Expedicionária Conjunta Little Creek,na Virgínia — Foto: Ryan Seelbach / Marinha dos EUA / AFP

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Equipe da Marinha americana recuperou novas peças do suposto balão de vigilância chinês — Foto: Ryan Seelbach/US NAVY/AFP

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Quando o exercício de tiro real foi realizado posteriormente,a fragata russa também estava nas proximidades,informou a emissora pública NHK. Após o exercício,o Ministério da Defesa enviou um destróier da Marinha japonesa para monitorar a situação.

No início deste mês,embarcações da guarda costeira japonesa e chinesa entraram em confronto perto de ilhas disputadas,com cada lado alegando ter expulsado os navios do outro que haviam entrado em suas águas territoriais.

O incidente ocorreu perto de ilhas desabitadas conhecidas como Ilhas Senkaku pelo Japão e Ilhas Diaoyu pela China,localizadas entre Taiwan e Okinawa,que têm sido fonte de tensão diplomática por décadas.

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