
Chuva de Meteoros sobre a Ursa Maior,por ZhiPu Wang — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/ZhiPu Wang
GERADO EM: 27/07/2026 - 20:33
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O fim de julho será marcado por uma sequência de fenômenos astronômicos visíveis do Brasil. A programação começa na quarta-feira (29),com a Lua Cheia do Cervo,e segue entre a noite de quinta-feira (30) e a madrugada de sexta-feira (31),quando duas chuvas de meteoros — Delta Aquáridas do Sul e Alfa Capricornídeas — atingem simultaneamente o pico de atividade. Os eventos poderão ser observados a olho nu,embora o brilho da Lua quase cheia dificulte a visualização dos meteoros mais fracos.
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A Lua Cheia de julho é conhecida tradicionalmente como Lua do Cervo,nome herdado das culturas indígenas da América do Norte,que associavam esse período do ano ao crescimento e à renovação dos chifres dos cervos machos. Em 2026,o fenômeno terá uma característica especial: a Lua aparecerá mais alta do que o habitual no Hemisfério Sul e estará posicionada na constelação de Capricórnio no momento da fase cheia.
Na mesma semana,ocorre um evento incomum: duas chuvas de meteoros alcançam o pico praticamente ao mesmo tempo. A Delta Aquáridas do Sul poderá produzir até 25 meteoros por hora,enquanto a Alfa Capricornídeas costuma registrar cerca de cinco meteoros por hora,mas é conhecida pelas chamadas "bolas de fogo" — meteoros maiores,mais brilhantes e de deslocamento lento.


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Nascer da Lua Dourada sobre Seattle,por AJ Smadi — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/AJ Smadi


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O Vórtice Carmesim e as Flores de Safira de Andrômeda,por Chuhong Yu e Zuoming Wang — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Chuhong Yu e Zuoming Wang
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Trajetória da Superlua sobre Paris ao Pôr do Sol,por Martin Giraud — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Martin Giraud

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Cometa C/2025 A6 (Lemmon) sobre os Alpes Suíços,por Jakob Sahner — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Jakob Sahner
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Lua Sombria,por Richard Addis — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Richard Addis

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Nascer da Lua sobre a Rocha Te Hoho,por Evan McKay — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Evan McKay
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Chamas Dançantes,por Yu Chen Lin (与晨 林),de 14 anos — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Yu Chen Lin

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Terra das Fadas,por Uroš Fink — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Uroš Fink
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Eclipse Solar Parcial em Atmosfera Dramática,por James McBeath — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/James McBeath

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Plasma Suspenso,por Mario Cogo — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Mario Cogo
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Quinze Minutos do Ocaso da Lua e do Nascer do Sol sobre a Golden Gate,por Fredric Walder — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Fredric Walder

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Um Dilúvio de Aurora,por Julien Cadena — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Julien Cadena
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Marte em 2025,por Tom Williams — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Tom Williams

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Eu ouço as estrelas,por João Yordanov Serralheiro — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/João Yordanov Serralheiro
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Chuva de Meteoros sobre a Ursa Maior,por ZhiPu Wang — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/ZhiPu Wang

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Observado pela Lua,por Jean-François Gely — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Jean-François Gely
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Aurora sobre o Reservatório Causey,por Samuel Morse — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Samuel Morse

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Aurora Colorida e Cachoeira,por Yifan Cao — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Yifan Cao
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Setsu-getsu-ka — Neve,Lua e Flores,por Takanobu Kurosaki — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Takanobu Kurosaki

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NGC 7293: A Nebulosa da Hélice,por Humbert Cédric — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Humbert Cédric
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Vizinhos Cósmicos: A Bela e a Fera,por Yijing Zhu e Xinghan Yang — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Yijing Zhu e Xinghan Yang

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Gum 37: Os Girinos do Sul (ou “Nebulosa do Bule de Chá”),por Ani Shastry — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Ani Shastry
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Solargrafia de 182 Dias,por Ksawery Wrobel — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Ksawery Wrobel

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Um Olhar Profundo para o Centro da Via Láctea,por Jakob Sahner — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Jakob Sahner
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Aurora Águia,por Jennifer Rogers — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Jennifer Rogers

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Vórtex,por Jennifer Rogers — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Jennifer Rogers
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Caminho rumo às Estrelas,por Matteo Strassera — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Matteo Strassera

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O portão celestial,por Yoshiki Abe — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Yoshiki Abe
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A Árvore da Savana,por Rafael Schmall — Foto: Divulgação/ZWO Astronomy Photographer of the Year/Rafael Schmall
Jurados selecionaram 29 finalistas
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Apesar da coincidência dos fenômenos,as condições de observação não serão as ideais. Segundo a Sociedade Americana de Meteoros,cerca de 98% da superfície da Lua permanecerá iluminada na quinta-feira (30),o que reduzirá a visibilidade dos meteoros menos luminosos.
Para aumentar as chances de observação,o Ministério da Ciência,Tecnologia e Inovação (MCTI) recomenda buscar locais escuros,afastados da iluminação artificial. Também é aconselhável posicionar a Lua atrás de árvores,prédios ou colinas para minimizar seu brilho. Aplicativos de astronomia podem ajudar a localizar o radiante das chuvas de meteoros — ponto no céu de onde eles parecem surgir. Quanto mais alto esse ponto estiver acima do horizonte,maior será a probabilidade de avistar estrelas cadentes.
Não é necessário utilizar telescópios ou binóculos para acompanhar os fenômenos,que poderão ser vistos a olho nu em todo o país,desde que as condições climáticas sejam favoráveis.
